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Técnicas do The Son-Rise Program®

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Para que possa colocar de imediato em pratica algumas das técnicas do método The Son-Rise Program®, deixamos-lhe alguns princípios que pode começar aplicar, desde já, com a sua criança.

Área do Desafio:
A criança possui um discurso limitado ou não fala.

Princípios orientadores:

Se ensinar que a linguagem é utilizada para comunicar (e que não é apenas sons que se memorizam e se repetem), vai mostrar à criança que existe razões para falar.
O nosso programa mostra que, se a linguagem for encarada como útil e divertida, a criança ficará motivada para a utilizar.

Aplicar os princípios:

Responda  rapidamente aos sons que a sua criança emite. Quando a sua criança produz um som (mesmo quando não há a certeza que está a tentar falar), mova-se rapidamente e ofereça qualquer coisa, ainda que não sabendo o que está a pedir. Demonstre que a comunicação verbal faz com que as pessoas se movam. Mostre à sua criança que falar lhe dá poder.

Demonstre o poder da linguagem ensinando verbos de acção ou substantivos eficazes. (Por exemplo: se ensinar a palavra “subir”, pode levantar a sua criança ao utilizar esse verbo. Em contraste, se ensinar a palavra “mesa” não há nenhuma acção especifica que possa utilizar em função desta palavra. Substantivos eficazes poderão ser “bola” ou “chávena”, etc.)

Celebre cada tentativa de comunicação. Se a sua criança tentar dizer algo, aplauda e festeje vivamente! Queremos que a criança se entusiasme e tente outra vez. Encorajamos isto não celebrando apenas o sucesso, mas todo o esforço ao longo do percurso.

Área do Desafio:
A criança exibe comportamentos repetitivos e estímulos ritualistas (“stims”).
Princípios Orientadores:
Crianças e adultos utilizam estes comportamentos para organizar a sua compreensão do ambiente à sua volta e para ganhar a sensação do seu controlo interior.
Estes comportamentos podem ser por natureza curativos.
Estes rituais são uma “porta” para a interacção humana e para as relações sociais.
Estes comportamentos são reconfortantes para a criança e têm um propósito, mesmo quando não o entendemos.
Aplicar os Princípios:
Em vez de tentar parar um comportamento à força, junte-se e reproduza-o também, para que assim o comportamento solitário se torne num comportamento interligado.
Junte-se à actividade da sua criança imitando exactamente o que ela está a fazer. (Por exemplo: Se a sua criança estiver a bater palmas, bata também palmas com ela.) Posicione-se de maneira a que a sua criança consiga ver que você está a fazer.
Área do Desafio:
A Criança possui um vocabulário extenso ou fala em frases, mas falta-lhe a habilidade de conseguir falar com sucesso em situações sociais.

Princípios Orientadores:

Se ajudarmos a criança a construir confiança em comunicar socialmente, mais tarde ela tentará.

As crianças estão motivadas a usar as suas capacidades verbais com outros, quando lhes são mostrados os benefícios que essa atitude traz.

Aplicar os Princípios:

Recrie situações sociais num ambiente sem distracções, para que assim consiga reproduzir a situações sociais e familiares mais comuns.

Dê-lhe expressões específicas/frases que quer que a sua criança aprenda no âmbito de uma actividade entusiasmante ou num jogo. (Por exemplo: Em vez de corrigir o seu filho ou dar-lhe frases para repetir, crie um jogo chamado “mercearia” e mostre-lhe como interagir consigo, enquanto faz de “caixa”.)

Esteja disposto a conversar com entusiasmo sobre um tema que a sua criança ache interessante (Doraemon; Centros Comerciais; e questões repetitivas como “O que é o jantar?”). Seja o modelo a seguir. Se queremos que as nossas crianças estejam dispostas a conversar as nossas áreas de interesse, temos de conversar com elas as suas. Depois de termos seguido os seus interesses, aí podemos começar a guiar gentilmente a conversa para direcções diferentes.

Em vez de corrigir continuamente a sua criança ou mostrar-lhe que conversas sem sentido são inúteis, celebre o facto de a sua criança estar a comunicar consigo. Faça com que a sua criança saiba o quanto gosta de a ouvir falar e partilhar o que tem para dizer.

Área do Desafio:
Quando a criança grita, chora, bate e atira objectos, etc.

Princípios Orientadores:

As crianças usam estes comportamentos porque funcionam. Se a criança estiver a gritar, é porque aprendeu que essa é a maneira de obter o que quer. Se este comportamento já não se verificar útil, deixará de o usar.

Todas as crianças e adultos fazem o melhor que podem. Por variadas razões, neste momento, a criança não consegue encontrar outra maneira de o fazer. Se conseguisse, fazia-o.

As nossas reacções têm um papel vital para encorajar ou diminuir estes comportamentos.

Aplicar os Princípios:

Não tenha reacção. Mantenha a sua expressão facial e o tom de voz inexpressivos (i.e., não franza a testa, grite, sorria, etc.). Mova-se sempre lentamente e em silêncio durante esse tempo, assim minimiza a sua reacção, e consequentemente, já não ira encorajar estes comportamentos.

Em vez de tentar ignorar estes comportamentos, explique numa voz calma e terna, que não  percebe quando a sua criança tenta comunicar consigo desta forma. Mesmo que a sua criança não fale, a sua explicação será útil, tanto no conteúdo como no tom.

Evite  dar a “recompensa” que a sua criança quer. Se der a à sua criança o que ela quer quando grita, está a ensinar-lhe que essa é uma maneira eficaz de comunicação.

Cuide de si. Minimizar reacções não quer dizer que vai deixar que a sua criança lhe bata ou lhe belisque. Tente pôr uma almofada à sua frente de maneira a que o proteja e lentamente mova-se para outro sítio.

Ofereça uma alternativa. Se a sua criança lhe está a puxar o cabelo, dê-lhe antes uma corda para puxar. Se estiver a atirar-lhe com peças, ofereça-lhe antes uma almofada ou um peluche para atirar.

Expresse reacções substanciais de celebração cada vez que a sua criança for gentil e faça pedidos da maneira como você prefere.

Mova-se rapidamente quando lhe pedirem algo de forma querida ou clara para que assim lhe mostre o contraste destes tipos de comunicação.

Área do Desafio:
A criança está incapacitada ou não quer participar em actividades do dia-a-dia (i.e., escovar os dentes, usar a casa de banho, ter uma higiene pessoal, preparar as próprias refeições, vestir-se, etc.).

Princípios Orientadores:

Todas as pessoas (crianças e jovens adultos) movem-se de acordo com o que apreciam. Se estas actividades forem vistas como agradáveis, a criança aproximar-se-á em vez de se afastar.

As pessoas precisam de tempo para aprender — vale a pena investir tempo para ajudar a sua criança a adquirir novas capacidades.

Aplicar os Princípios:

Tire estas actividades “fora do armário”. Ensine estas actividades insistentemente durante o dia, em vez de as fazerem apenas em alturas muito ocupadas do dia (i.e., quando está a tentar que a suas crianças saiam da porta, para que não percam o autocarro), pegue noutras alturas para lentamente ensinar estas capacidades.

Dê atenção e celebre todos os membros da família que participam nestas actividades com sucesso (i.e., “Boa Papá! Conseguiste vestir sozinho o teu casaco!”).

Dê grandes e calorosas reacções a qualquer sinal de interesse ou vontade nestas áreas (i.e., se a sua criança olhar para a escova de dentes, se vestir a sua t-shirt ao contrário, etc.).

Faça com que seja divertido! (O quê? Escovar os dentes é divertido? Sim! Escovar os dentes pode ser divertido!)

Seja flexível relativamente ao tempo. Se a sua criança fugir da quando lhe pentear o cabelo, em vez de o forçar ou empurrar, espere 10 minutos, e tente outra vez.

 

Divirta-se!!

———-ENGLISH VERSION———-

The Son-Rise Program® Techniques

 

We believe so strongly in the effectiveness of The Son-Rise Program® that we are offering you a sampling of our principles. These principles can be applied immediately to begin making a difference in the life of your special child.

Area of Challenge:

Child has limited speech or is nonverbal.

Guiding Principles:

If you teach that language is used for communication (and not just sounds to be memorized and repeated), then you show the child that there is a reason for speaking.

Our Autism treatment shows that if language is seen as both useful and fun, children will be motivated to use it.

Applying the Principles for Autism Education:

Respond quickly to sounds that your child does make. When your child makes a sound (even if you are not sure they are trying to speak), move quickly and offer something, even if you don’t know what they are requesting. Demonstrate that verbal communications get people to move. Show your child that speech will give him power.

Show the power of language by teaching action verbs or effective nouns. (For example: If you teach the word “up”, you can pick your child up when they use the word. In contrast, if you teach the word “table”, there is no specific action to take as a result of using this word. Effective nouns might be “ball” or “cup,” etc.)

Celebrate every attempt at communication. If your child tries to say a word, cheer and celebrate wildly! We want children to be excited to try and try again. We encourage this by celebrating not just success, but all effort along the way.

Area of Challenge:

Child exhibits repetitious and ritualistic self-stimulating behaviors (“stims”).

Guiding Principles:

Children and adults use these behaviors to organize their understanding of their environment and gain a sense of internal control.

These behaviors may be curative in nature.

These rituals are a doorway to human interaction and social relationships.

These behaviors are comforting to children and have a purpose even if we don’t understand it.

Applying the Principles:

Rather than try to forcibly stop a behavior, join the behavior to help solitary play become tandem play. Sincerely take part in their games before asking them to take part in yours.

Join in your child’s activity by imitating exactly what they are doing. (For example: If your child is flapping their hands, flap your hands with them.) Position yourself so your child can see what you are doing.

Area of Challenge:

Child possesses a large vocabulary or speaks in sentences, but lacks the ability to use language successfully in social situations.

Guiding Principles:

If we help a child build confidence in social communication, they will try harder.

Children are motivated to use their verbal skills with others when they are shown the benefits of doing so.

Applying the Principles:

Recreate social situations in a distraction-free environment in order to role-play familiar community/social situations.

Offer specific phrases/sentences you want your child to learn within the context of an exciting activity or game. (For example: Rather than correct your child or “feed” him/her sentences to repeat, create a game called “grocery store” and show your child how to interact with you as you play the cashier.)

Be willing to discuss your child’s topic of interest (Thomas the Tank Engine; shopping malls; repetitive questions such as, “What time is dinner?”) with enthusiasm. Be a model. If we want our children to discuss our areas of interest, we want to first be willing to discuss theirs. After we have followed their area of interest, we can then begin to gently guide the conversation in different directions.

Rather than continually correct your child or show him/her how is off point is redundant, celebrate the fact that your child is communicating with you. Let your child know how much you enjoy hearing him/her speak and share.

Area of Challenge:

Child screams, cries, hits, throws objects, etc.

Guiding Principles:

Children use these behaviors because they work. If a child is screaming, it’s because he learned that this is the way to get what he wants. If this behavior is no longer useful, he will no longer use it.

Every child and adult is doing the best he can. For whatever the reasons, in this moment he is not able to find another way to do it. If he could, he would.

Our reactions play a vital role in encouraging or diminishing each behavior.

Applying the Principles:

Give no reaction. Keep your facial expression and voice tone unresponsive (i.e., don’t frown, yell, grimace, etc.). Always move slowly and quietly during this time, so you are minimizing your reactions, and therefore, no longer being a possible support for these behaviors.

Rather than attempt to ignore these behaviors, explain in a calm and caring voice that you don’t understand when your child communicates with you this way. Even if your child is not verbal, your explanation is useful, both in content and tone.

Avoid giving the “payoff ” your child wants. If you give your child what he wants when he screams, you teach him that this is an effective way to communicate.

Take care of yourself. Minimizing reactions does not mean you have to allow your child to hit or pinch you. Try putting a pillow in front of you and slowly moving to another location.

Offer an alternative. If your child is pulling your hair, offer him a string to pull instead. If he is throwing blocks, offer him a pillow or stuffed toy to throw.

Give substantial reactions of celebration every time your child is gentle and makes requests in a way you prefer.

Move quickly when they request in a sweet or clear way so that you show them the contrast between these types of communication.

Area of Challenge:

Child is unable or unwilling to participate in activities of daily living (i.e., brushing teeth, using the toilet, personal hygiene, preparing own meals, dressing self, etc.).

Guiding Principles:

All people (children and young adults) move toward that which is enjoyable. If these activities are seen as pleasant, our children will move toward instead of away from them.

People require time to learn—it is worth investing time to help your child acquire new skills.

Applying the Principles:

Take these activities “out of the closet.” Teach these activities ongoingly throughout the day. Rather than only doing them during very busy times of the day (i.e., when trying to get your child out the door so they don’t miss the bus), take other opportunities to slowly teach these skills.

Give attention to and celebrate all family members who successfully participate in these activities (i.e., “Yay daddy! You put on your own jacket!”).

Give big, exciting reactions to any signs of interest or willingness in this area (i.e., if your child looks at the toothbrush, if he puts his shirt on backwards, etc.).

Make it fun! (What? Brushing teeth fun? Yes! Brushing teeth can be fun!)

Be flexible regarding timing. If your child moves away from brushing his hair, rather than force or push it, wait 10 minutes and try again.

 

Enjoy!!